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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Gênesis 16 - O homem na promessa e o Deus da promessa!

Gênesis 16 - O homem na promessa e o Deus da promessa!

Exordio: Jovem afegã é degolada após sua família rejeitar pedido de casamento

Adolescente de 15 anos foi morta por dois homens, um deles rejeitado pelos pais dela ao pedi-la em casamento!
Afeganistão -  Uma adolescente de 15 anos foi decapitada por um parente no norte do Afeganistão depois de ter recusado sua proposta de casamento, de acordo com relatórios. A vítima, nomeada como Gisa, foi decapitada com uma faca no Imam Sahib, distrito da província de Kunduz, na terça-feira, segundo informou a polícia local.
Um porta-voz da polícia disse que dois homens, denominados Sadeq e Massoud, foram presos após o assassinato da adolescente. Os acusados foram identificados como parentes próximos da vítima que vivem na mesma aldeia.
Fontes da polícia local disseram que o motivo que levou os homens a cometer o crime foi o fato de um deles querer se casar com a jovem. Mas o pedido da mão da adolescente em casamento foi negado pelo pai da vítima.
O pai disse a uma agência de notícias local que não queria que sua filha se casasse porque ela era muito jovem. 
De acordo com o porta-voz da polícia de Kunduz, Sayed Sarwar Hussaini, a adolescente transportava água de um rio para casa quando foi assassinada. "Ela acabara de sair da água quando os dois homens cortaram seu pescoço", afirmou.
Marginalização das mulheres
Em outubro, uma jovem de 20 anos foi decapitada em Herat por rejeitar ser prostituída por sua sogra e um de seus primos, que a matou. No Afeganistão, a combinação de uma interpretação muito rigorosa do Islã com o código de conduta das tribos pashtuns muitas vezes resulta na marginalização das mulheres. A situação foi particularmente dura para a população feminina durante o regime fundamentalistado Taleban, que dominou o Afeganistão entre 1996 e 2001.
De acordo com a ONG britânica Oxfam, 87% das afegãs afirmam que sofreram violências físicas, sexuais ou psicológicas ou foram obrigadas a casar.
Com informações do IG e DailyMail

Expicação:
Tema:O homem na promessa e o Deus da Promessa!
I-            Sugestão humana: Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos. Tinha ela uma serva egípcia, que se chamava Agar.
2 Disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de ter filhos; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos por meio dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.
II-          Ação humana:3 Assim Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar a egípcia, sua serva, e a deu por mulher a Abrão seu marido, depois de Abrão ter habitado dez anos na terra de Canaã.
III-        Consequencias:4 E ele conheceu a Agar, e ela concebeu; e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos.
5 Então disse Sarai a Abrão: Sobre ti seja a afronta que me é dirigida a mim; pus a minha serva em teu regaço; vendo ela agora que concebeu, sou desprezada aos seus olhos; o Senhor julgue entre mim e ti.
IV-         Reparo 6 Ao que disse Abrão a Sarai: Eis que tua serva está nas tuas mãos; faze-lhe como bem te parecer. E Sarai maltratou-a, e ela fugiu de sua face.
VII- Intervenção Divina: 7 Então o anjo do Senhor, achando-a junto a uma fonte no deserto, a fonte que está no caminho de Sur,
8 perguntou-lhe: Agar, serva de Sarai, donde vieste, e para onde vais?( sem direção) Respondeu ela: Da presença de Sarai, minha senhora, vou fugindo.
9 Disse-lhe o anjo do Senhor: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo das suas mãos.
10 Disse-lhe mais o anjo do Senhor: Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, de modo que não será contada, por numerosa que será.
11 Disse-lhe ainda o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e terás um filho, a quem chamarás Ismael (Deus ouve); porquanto o Senhor ouviu a tua aflição.
12 Ele será como um jumento selvagem (Povo forte) entre os homens; a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.
13 E ela chamou, o nome do Senhor, que com ela falava, El-Rói; pois disse: Não tenho eu também olhado neste lugar para aquele que me vê?(tudo diante doa olhos de Deus)
14 Pelo que se chamou aquele poço Beer-Laai-Rói; ele está entre Cades e Berede.
15 E Agar deu um filho a Abrão; e Abrão pôs o nome de Ismael no seu filho (reconciliação) que tivera de Agar.
16 Ora, tinha Abrão oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu Ismael.


Reforma quase concluida! Gloria Deus!

Vencendo pela graça de Deus! 
Reforma quase concluída  Agora esperando em Deus a reforma das vidas que estão sem Jesus!
A nova cortina!



 O novo visual interno da Igreja!




4 ANOS - UMA GRANDE HISTORIA!

Bom dia! Amanhã começaremos a agradecer a Deus por mais um ano de experiências, superações, fazendo novos amigos, novos irmãos em Cristo! A Nova Aliança sobreviveu a um ano muito difícil,pois dividiu seu Pastor com a politica, foram momentos difíceis; mas de novo Deus deu graça. É amanhã, graças a Deus! Duas Igrejas, duas historias de superação! Nenhum órgão externo nos ajudou,Deus e a força que vinha dEle! Somos gratos a Deus!
Membros de Angra - Frade - Em Angra estamos indo ano que vem para  6º ano!


 Nossa primeira filha- um sonho social!
 Os guerreiros de Volta Redonda!


Sonho se faz assim, Mão de Deus e disposição dada pelo Espírito Santo!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

4 ANOS DE MISERICÓRDIA DE DEUS - UM SONHO UMA HERANÇA!


2 CORINTIOS 3.4 E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,
6 o qual também nos capacitou para sermos ministros duma NOVA ALIANÇA, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
4 ANOS
OBRIGADO SENHOR POR ESSA GRANDE HERANÇA!
 OBRIGADO SENHOR DOS SENHORES,JESUS CRISTO!
GRAÇAS POR SERMOS COMO O FENIX!
 CONTINUE NOS RENOVANDO COMO A ÁGUIA!

FALTAM 2 DIAS!



Decreto criação ultima parte 6

Aniversario da Igreja nesta sexta

A interpretação literal do termo “dia” em Gn 1 é favorecida pelas seguintes considerações: (a) Em seu significado primário, a palavra yom denota um dia natural; e é boa regra de exegese não abandonar o significado primário de uma palavra, a menos que isto seja exigido pelo contexto. O dr. Noortzij salienta o fato de que esta palavra simplesmente não significa outra coisa senão “dia”, como este é conhecido pelo homem na terra. (b) O autor de Gênesis parece ter-nos aprisionado absolutamente na interpretação literal acrescentando, quanto a cada dia, as palavras: “houve tarde e houve manhã”. Cada um dos dias mencionados tem precisamente uma tarde e uma manhã, coisa que dificilmente se poderia aplicar a um período de mil anos. E se se disser que os períodos da criação foram dias extraordinários, cada um deles consistindo de um longo dia e uma longa noite, levantar-se-á naturalmente a questão: Que seria da vegetação durante a compridíssima noite? (c) Em Ex 20.9-11 ordena-se a Israel que trabalhe seis dias e descanse no sétimo, porque Jeová fez os céus e a terra em seis dias e descansou no sétimo. Uma boa exegese parece exigir que a palavra “dia” seja tomada no mesmo sentido em ambos os casos. Além disso,
o sábado separado para descanso e certamente um dia literal; e o que se pode presumir é que os outros dias eram da mesma espécie. (d) Os últimos três dias certamente foram dias precedentes não diferiam nem um pouco deles em duração, é exatamente improvável que diferissem deles como períodos de milhares de anos diferem dos dias comuns. Pode-se também indagar por que se requeria um período tão longo assim para, por exemplo, a separação de luz e trevas.
A OBRA DOS DIAS SEPARADOS. Observamos na obra da criação uma definida
graduação, sendo que a obra de cada dia se encaminha para a obra do dia subseqüente e a prepara; culminado tudo na criação do homem, a coroa das obras das mãos de Deus e aquém foi confiada a tarefa de fazer que toda a criação fosse subserviente à glória de Deus.
a. O primeiro dia. No primeiro dia a luz foi criada e, pela separação da luz e trevas, o dia e a noite foram constituídos.
b. O segundo dia. A obra do segundo dia também foi uma obra de separação: o firmamento foi estabelecido com a divisão das águas de cima e as águas de baixo. As águas de cima são as nuvens, e não, como dizem alguns, o mar de vidro, Ap 4.6; 15.2, e o rio da vida, Ap 22.1.
c. O terceiro dia. A separação é levada avante ainda com a separação entre o mar e a terra seca, cf. Sl 104.8. Em acréscimo a isso, foi estabelecido o reino vegetal de plantas e arvores. Três grandes classes de vegetais são mencionadas, a saber, deshe’, isto é plantas que não dão flores, que não frutificam umas das outras da maneira usual; ’esebh, consistindo de vegetais e grãos que dão semente; e ’ets peri ou arvores frutíferas, que dão frutos segundo a sua espécie. Deve-se notar aqui: (1) Que, quando Deus disse, “Produza a terra relva” etc., isso não equivale a dizer: Desenvolva-se a matéria inorgânica, por sua própria energia inerente, tornando-se vida vegetal.
Foi uma palavra de poder pela qual Deus implantou o principio de vida na terra, e assim capacitou-a a produzir relva, ervas e árvores. Gn 2.9 evidencia que se trata de uma palavra criadora. (2) Que a declaração, “A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie, e arvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie” (vers. 12), favorece definitivamente a idéia de que as diferentes espécies de plantas foram criadas por Deus, e não que se desenvolveram umas das outras.
d. O quarto dia. Sol, lua e estrelas foram criados como luzeiros ou portadores de luz para servirem a uma variedade de propósito: (1) dividir o dia e a noite; (2) ser para sinais, isto é, indicar os pontos cardeais, pressagiar mudanças nas condições do tempo, e servir de sinais de importantes eventos futuros e juízos vindouros; (3) ser para estações e para dias e anos, isto é, para atender ao propósito de efetuar a mudança das estações, a sucessão dos anos e a regular ocorrência de dias festivos especiais; e (4) servir como luzes para a terra e, assim, possibilitar o desenvolvimento da vida orgânica na terra.
e. O quinto dia. Este dia traz a criação das aves e dos peixes, habitantes das águas e dos ares. Aves e peixes estão juntos porque há grande similaridade em sua estrutura orgânica. Também se assemelham em seu processo de procriação. Observe-se que eles também foram criados segundo a sua espécie, isto é, as espécies foram criadas.
f. O sexto dia. Este dia traz o clímax da obra da criação. Em conexão com a criação dos animais, emprega-se mais uma vez a expressão, “Produza a terra”, e isto de novo deve ser interpretado do modo indicado no item (c). Os animais não se desenvolveram naturalmente da terra, mas foram produzidos pelo fiat criador de Deus. A criação do homem se distingue pelo solene conselho que a precede: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”; e não é para espantar-nos, desde que tudo que a precedeu foi apenas uma preparação para o surgimento do homem, a coroa da obra de Deus, o rei da criação; e porque o homem foi destinado a ser a imagem de Deus. e quando se acrescenta que ele foi criado conforme a semelhança de Deus, isto
meramente acrescenta a idéia de que a imagem é de todos os modos semelhante ao original. Em todo o seu ser o homem é a própria imagem de Deus.
g. O sétimo dia. O descanso de Deus no sétimo dia contém, antes de tudo, um elemento negativo. Deus cessou a Sua obra criadora. Mas a isso deve ser acrescentado um elemento positivo, a saber, que Ele teve prazer em Sua obra completa. Seu repouso foi o repouso do artista que, após haver completado a sua obra prima, agora a observa com profunda admiração e deleite, e se satisfaz perfeitamente contemplando sua produção. Daí, Deus se regozija com a Sua criação, pois reconhece nela o reflexo das Suas gloriosas perfeições. Seu resplandecente semblante brilha sobre ela e lhe derrama chuvas de bênçãos.