Translate

sábado, 30 de março de 2013

21 dias de Oração e Jejum. Aviva a tua Obra.

Chega de cadeiras vazias e cristão em casa.
 É hora de Clamar para Deus nos despertar!
 É hora de despertar,acorda povo de Deus.

domingo, 24 de março de 2013

Milagre - Antes,durante e depois - Marcos 5


AJUDANDO A DIVULGAÇÃO


CONTRIBUA PARA NÃO ACABAR

Esta é uma obra sem fins lucrativos. Para melhor funcionamento dos blogs e aumento consideravel de qualidade de audio e video, estamos precisando adquirir equipamentos que trarão os recursos tecnologcos necessários, diante disto sem querer causar constrangimento solicitamos uma oferta em especie ou em equipamento para a continuidade deste projeto tão promissor. Hoje disponibilizamos apenas de um notebook, um pc e uma camera, isto faz com que a postagem dos videos demorem tanto.
(24)3337-1693 / 9949-6908-SEJA PARCEIRO DESTA OBRA! BANCO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL AGENCIA 4018 OP 003 CONTA 1551-6-Rua José Alves,79, Santa Cruz 2-Volta Redonda-RJ

domingo, 17 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

Convite para Estudo e sermões

A paz!
Diante do alto volume de visualizações que estamos constatando em nossos blogs nos colocamos a disposição caso haja interesse de nos ouvir pessoal; realizamos palestras e sermões sobre o assunto sugerido pelo grupo e/ou igrejas. Só é necessário os interessados fazerem contatos pelos telefones 024 - 3337-1963 e/ou 3421-0753. Os convites poderão ser feitos ao Pastor Camargo,a Evangelista Fabiana e bem outros que aparecem no blog. A despesa será apenas o transporte (passagem de ônibus) e se necessário a hospedagem.

Mateus 5. 17 ao 20 - uma vida reta



terça-feira, 12 de março de 2013

Puniçõesdo pecado - parte 2 - castigos efetivos



C. O Castigo Efetivo do Pecado.
A penalidade com a qual Deus ameaçou o homem no paraíso foi a pena de morte. A morte que aqui se tem em mente não é a morte do corpo, mas do homem total, morte no sentido bíblico da palavra. A Bíblia desconhece a distinção, tão comum conosco, entre a morte física, a espiritual e a eterna; ela tem uma visão sintética da morte e a considera como separação entre Deus e o homem. A pena foi também executada efetivamente no dia em que o homem pecou, embora a plena execução dela tenha sido sustada temporariamente pela graça de Deus. De maneira bem antibíblica, alguns transferem a sua distinção para a Bíblia, e sustentam que a morte física não deve ser considerada como pena do pecado, mas, antes, como o resultado natural da constituição física do homem. Mas a Bíblia ignora esta exceção. Ela nos faz sabedores da penalidade constante da ameaça, que é a morte no sentido compreensivo da palavra, e nos informa que a morte entrou no mundo por meio do pecado (Rm 5.12), e que o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). A penalidade do pecado certamente inclui a morte física, mas inclui muito mais que isso.
Fazendo a distinção a que estamos acostumados, podemos dizer que ela inclui os seguintes fatos:
 1. MORTE ESPIRITUAL. Há uma profunda verdade no pronunciamento de Agostinho de que o pecado também é punição do pecado. Significa que o estado e a condição pecaminosos em que o  homem  nasce,  por  natureza  fazem  parte  da  penalidade  do  pecado.  São,  é  certo,  as conseqüências imediatas do pecado, mas também fazem parte da penalidade ameaçada. O pecado separa de Deus o homem, e isso quer dizer morte, pois é só na comunhão com o Deus vivo que o homem pode viver de verdade. No estado de morte, que resultou da entrada do pecado no mundo, levamos o fardo da culpa do pecado, culpa que só pode ser removida pela obra redentora de Jesus Cristo. Portanto, estamos obrigados a padecer os sofrimentos resultantes da transgressão da lei. O homem natural carrega para onde vai o senso da sujeição à punição. A consciência constantemente o faz lembrar-se da sua culpa, e com freqüência o temor da punição enche o seu coração. A morte espiritual significa, não somente culpa, mas também corrupção. O pecado é sempre uma influencia corruptora na vida, e isso é parte da nossa morte. Por natureza somos, não somente injustos aos olhos de Deus, mas também impuros. Esta impureza se manifesta em nossos pensamentos, em nossas palavras e em nossas orações. É sempre ativa dentro de nós, agindo como uma fonte envenenada a poluir as correntes da vida. E se não fosse a influencia restringente da graça comum de Deus, tornaria a vida social inteiramente impossível.
2. OS SOFRIMENTOS DA VIDA. Os sofrimentos da vida, que resultam da entrada do pecado no mundo, também estão incluídos na penalidade do pecado. O pecado produziu distúrbios em todos os aspectos da vida do homem. Sua vida física caiu presa de fraquezas e doenças, que redundam em desconfortos e, muitas vezes, em penosas agonias; e sua vida mental ficou sujeita a perturbações angustiantes, que muitas vezes o privam da alegria de viver, desqualificam-no para o seu labor diário e, por vezes, destroem por completo o seu equilíbrio mental. Sua própria alma veio a ser um campo de batalha de pensamentos, paixões e desejos conflitantes. A vontade se recusa a seguir o julgamento do intelecto, e as paixões se mantinham, sem o controle de uma vontade inteligente. A verdadeira harmonia da vida se acha num estado de dissolução que freqüentemente leva consigo os sofrimentos mais pungentes. E não só isso, mas, com o homem e por causa dele, toda a criação ficou sujeita à vaidade e à escravidão da corrupção. Especialmente os evolucionistas nos ensinaram a ver a natureza “rubra (de sangue) nas garras e nos dentes”. Muitas vezes as forças destruidoras são liberadas causando terremotos, ciclones, tornados, erupções vulcânicas e inundações que trazem indescritível miséria à humanidade. Pois bem, há muitos, principalmente em nossos dias, que não vêem a mão de Deus nisso tudo e não consideram essas calamidades como parte da penalidade do pecado. E, todavia, é exatamente o que elas são, num sentido geral. Contudo, não será seguro particularizar e interpreta-las como punições  especiais  por  graves  pecados  cometidos  pelos  que  vivem  nas  áreas  atingidas. Tampouco será prudente ridicularizar a idéia de que essa relação existiu no caso das cidades da planície (Sodoma e Gomorra), que foram destruídas pelo fogo do céu.Devemos ter sempre em mente que há uma responsabilidade coletiva, e que sempre há motivos suficientes para Deus visitar cidades, regiões ou países com calamidades medonhas. Antes é de se admirar que não os visite mais vezes em Sua ira e em Seu severo desprazer. É bom ter sempre em mente o que Jesus disse uma vez aos judeus que Lhe trouxeram informações sobre uma calamidade que sobreviera a certos galileus, e evidentemente insinuaram que aqueles galileus deviam ter sido grandes pecadores: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. Ou cuidais que aqueles dezoito, sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou, eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (Lc 13.2-5).
3. MORTE FÍSICA. A separação de corpo e alma também faz parte da penalidade do pecado. Que o Senhor tinha isto em mente também na penalidade ameaçada é mais que evidente na explicação dele feita com as palavras “tu és pó e ao pó tornarás”. Gn 3.19. Também transparece na argumentação de Paulo em Rm 5.12-21 e em 1 Co 15.12-23. A posição da igreja sempre foi que a morte, no pleno sentido da palavra, inclusa a morte física, não somente conseqüência, mas também, penalidade do pecado. O salário do pecado é a morte. O pelagianismo negou esta relação, mas o Sínodo geral Norte-africano de Cartago (418) pronunciou um anátema contra quem quer que diga “que Adão, o primeiro homem, foi criado mortal, de maneira que, pecasse ou não, morreria, não como salário do pecado, mas por necessidade da natureza”.
Alguns pensadores virtualmente fazem do pecado uma força necessária ao desenvolvimento moral e espiritual do homem. Suas opiniões encontram apoio na ciência natural dos dias atuais, que considera a morte física um fenômeno natural do organismo humano. A natureza física do homem é tal, que ele morre necessariamente. Mas esta idéia não se faz e comendável, em vista do fato de que o organismo físico do homem se renova a cada sete anos, e de que relativamente são poucas as pessoas que morrem em idade provecta e por exaustão total. Em número muitíssimo maior, morrem em resultado de doença ou acidente. A idéia é contrária também ao fato de que o homem não sente que a morte é uma coisa natural, mas a teme como uma antinatural separação de coisas que se pertencem mutuamente.
4. MORTE ETERNA. Esta pode ser considerada como a culminância e a consumação da morte espiritual. As restrições do presente desaparecem, e a corrupção do pecado tem a sua obra completa. O peso total da ira de Deus desce sobre os condenados, e isto significa morte no sentido mais terrível da palavra. A condenação eterna deles é levada a corresponder ao estado interno das suas ímpias almas. Há angustias de consciência e sofrimentos físicos. E “a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos” (Ap 14.11). A consideração mais ampla deste assunto pertence à escatologia.

sexta-feira, 8 de março de 2013

PROJETO:JOVENS LIBERTOS PARA CRISTO




PROJETO EVANGÉLICO:
JOVENS LIBERTOS
PARA CRISTO!


“... E que se desprendam dos laços do Diabo (por quem haviam sido presos), para cumprirem a vontade de Deus.”
(Apóstolo Paulo)
2 TIMOTEO 2:26
 










Graça e Paz da parte do Nosso Senhor Jesus Cristo!
Introdução:
        Habitamos numa sociedade onde estamos sendo privados da companhia de nossos maiores tesouros: OS JOVENS! Partem precocemente.
         A falta de estrutura familiar, para outros: ausência de uma boa instrução acadêmica, outros ainda: a violência, a criminalidade, a prostituição e as drogas são os fatores mais visíveis e aniquiladores de nossos bens valiosos, OS JOVENS!
         Os atrativos dos bailes, das baladas, das drogas são fortes para a juventude.
         Há solução! Sem sobra de duvida é a Igreja. Mas como fazer os jovens se sentirem atraídos a ouvirem a Palavra até que sejam alcançados e tocados pelo Espírito Santo e venham a se converterem a Cristo?  






Apresentação:
Somos a Igreja Batista Pentecostal Nova Aliança. Estamos organizados em Igreja a 6 anos rua: Francisco de Sousa 175  no bairro do Frade município de Angra dos Reis Estado do Rio de Janeiro e na Rua José Alves,79 no bairro de Santa Cruz 2 a 4 anos no município de Volta Redonda do mesmo estado. Dedicamos nosso ministério ao evangelismo de Jovens e a ação e assistência social. Temos uma associação que também funciona a mais de 4 anos com a finalidade de levar aos menos favorecidos o que lhes falta e mais o evangelho que muda a vida deles.
        A nossa associação CNPJ 10360140/0001-24 possui o blog http://ascasasvr.blogspot.com.br/ telefones (24) 3337-1693 e 3421-0753  conta corrente na BANCO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL AGENCIA 4018 OP 003 CONTA 1551-6.
        Nossos logotipos:

   
Presidente da Igreja e secretário da Associação Pastor João Camargo
Presidente da Associação: Evangelista Fabiana Rodrigues


O PROJETO:
        Há Cantores e Cantoras (realmente) evangélicos que foram salvos por Deus em Cristo Jesus que outrora eram participantes e exemplos inspiradores a muitos jovens que “curtiam” tais estilos de musica e movimentos; e há uma predisposição de tais pessoas em se deslocarem até ao nosso município para trazerem nossa mensagem do evangelho que salva aos jovens na linguagem deles e com a musica que os cativam pelas “batidas”.
         Realizamos alguns eventos desse estilo em nosso bairro Santa Cruz 2 no município de Volta Redonda com uma Banda de Rock e um Cantor de Funk Gospel a repercussão no bairro foi enorme.
         Gostaríamos de realizar novos eventos nos bairros periféricos de nosso município!
         Com certeza estaremos alcançando muitos jovens e fazendo com que eles parem por um momento para ouvirem a Palavra de Deus.
         Um Evento por mês é pouco visto que satanás trabalha todo santo dia na mente e no coração de nossos jovens;mas neste intervalo de um evento para outro continuaremos com nosso trabalho de visitas domesticas e evangelismos a noite.
         Retorno para sua empresa e/ou firma serão (caso queira divulgar sua marca) feitos cerca de 4000 (4 mil) panfletos que serão distribuídos num período de 20 a 15 antes do evento,cerca de 300 cartazes, 15 horas de propaganda volante (Carro de som) e pelo menos 4 faixa e/ou banner (2 no local do evento e mais 2 nas entradas principais do bairro) para cada evento!
        



         Passaremos agora a um demonstrativo das despesas dos eventos que serão realizados nos próximos meses com a misericórdia de Deus e com a sua importante participação!
Planilha dos eventos:
Cantor (a)
Data
Local
Sonolização
Grafica
Carro de Som
Adriano Gospel Funk
R$ 2000,00
13/04 0u 11/05
Santa Cruz 2 VR
R$ 700,00
Panfleto R$320- cartaze R$ 250
20 horas R$ 18 a hora
Perla
R$ 4000,00
16/06
Santa Cruz 2
R$ 700,00
Idem
Idem
Mc Marcio
R$ 1500,00
13/04 ou 11/05
Frade
R$ 1000,00
Idem
Idem
Adriano Gospel Funk R$ 2000,00
23/06
Frade
R$ 1000,00
Idem
idem
Perla R$ 4000,00
14/07
Frade
R$ 1000,00
Idem
Idem
Waguinho
R$ 3000,00
28/07
Santa Cruz 2
R$ 700,00
Idem
idem










Conclusão:
        Tais eventos contribuirão sem a menor sombra de duvida para evangelização e transformação de vidas e até mesmo dos bairros! Não digo de todos os jovens,mas muitos serão impactados e voltarão para Deus.
        Seremos grandemente recompensados nesta vida e no céu com os nossos galardões.










                 

PROJETO EVANGÉLICO:
JOVENS LIBERTOS
PARA CRISTO!       
           
Igreja Batista Pentecosta Nova Aliança
Associação Cristã de Ação Social e Assistencia Social
2013

quarta-feira, 6 de março de 2013

Punições do pecado Parte I


O pecado é coisa muito séria, e é levado a sério por Deus, embora os homens muitas vezes o tratem ligeiramente. Não é somente uma transgressão da lei de Deus; é também u ataque ao grande Legislador, uma revolta contra Deus. É uma infração da inviolável justiça de Deus, que é o fundamento do Seu trono (Sal 97.2), e uma afronta à imaculada santidade de Deus, que requer que sejamos santos em toda  a nossa maneira de viver (1  Pe 1.16).  em  vista disso, é simplesmente natural que Deus visite o pecado com punição. Numa palavra de fundamental significação, diz Ele: “Eu sou o Senhor teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”, Ex 20.5. A Bíblia atesta abundantemente o fato de que Deus pune o pecado, nesta vida e na vida por vir.
A. Punições Naturais e positivas.
Uma distinção muito comum aplicada às punições pelo pecado é entre as penalidades naturais e as positivas. Há punições que são resultados naturais do pecado e das quais os homens não podem escapar por serem as conseqüências inevitáveis do pecado. O homem não se salva delas pelo arrependimento e perdão. Nalguns casos elas podem ser abrandadas, e até neutralizadas, pelos meios que Deus colocou à nossa disposição, mas noutros casos elas permanecem e servem de lembranças das nossas transgressões passadas. O preguiçoso cai na pobreza, o ébrio se arruína e à sua família, o fornicário contrai moléstia repugnante e incurável e ao criminoso sobrevém pesado fardo de vergonha e, mesmo quando sai dos muros da prisão, acha extremamente difícil começar vida nova. A Bíblia fala dessas punições em Jó 4.8; Sl 9.15; 94.23; Pv 5.22; 24.14; 31.3. Mas há também punições no sentido mais comum da palavra e mais diretamente ligadas à lei. Pressupõem não apenas as leis naturais da vida, mas também uma lei positiva  do  grande  Legislador,  acrescida  de  sanções. Não  são  penalidades  que  resultam naturalmente da natureza da transgressão, mas, sim, penalidades ligadas às transgressões por decretos divinos. São sobrepostas pela lei divina, que é de autoridade absoluta. É a esse tipo de punição  que a Bíblia se refere  normalmente.  Isso  está  particularmente  patente  no Velho Testamento. Deus deu a Israel um minucioso código de leis para regulamentar a sua vida civil, moral e religiosa, e estipulou claramente a punição a ser aplicada a cada transgressão; cf Êx 20 a 23. E embora muitos dos regulamentos civis e religiosos dessa lei, na forma em que foram transmitidos, fossem destinados unicamente a Israel, os princípios fundamentais que encarnam aplicam-se igualmente na dispensação do Novo Testamento. Numa conceituação bíblica da penalidade do pecado, teremos que levar em conta o resultado natural bem como o resultado necessário da voluntária oposição a Deus e a penalidade legalmente estabelecida e adaptada por Deus à ofensa. A Bíblia  fala  de penalidades que em nenhum sentido são resultados ou conseqüências naturais do pecado, por exemplo, em Êx. 32.33; Lv 26.21; Nm 15.31; 1 Cr 10.13; Sl 11.6; 75.8; Is 1.24, 28; Mt 3.10; 24.51.Todas estas passagens falam de uma punição do pecado por um ato direto de Deus.
 B. A Natureza e o Propósito das Punições.
A palavra “punição” vem do termo latino  poena, significando punição, expiação ou pena. Denota a dor ou o sofrimento infligido em razão de algum mal praticado . Mais especificamente, pode-se definir como a dor ou perda infligida direta ou indiretamente pelo Legislador, em vindicação da Sua justiça ultrajada pela violação da lei. Origina-se na retidão de Deus, ou em Sua justiça punitiva, pela qual Ele se mantém como o Santo e necessariamente exige santidade e justiça  de  todas  as  Suas  criaturas  nacionais.  A punição  é  a  penalidade  que  natural  e necessariamente se requer do pecador por causa do seu pecado; é, de fato, um débito para com a justiça essencial de Deus. As punições do pecado são de duas espécies diferentes. Há uma punição que é o necessário concomitante do pecado, pois, pela sua própria natureza, o pecado causa separação entre Deus e o homem, leva consigo culpa e corrupção e enche o coração de medo e de vergonha. Mas há também uma espécie de punição imposta de fora ao homem pelo supremo Legislador, como toda sorte de calamidades nesta existência e o castigo do Inferno no futuro.
Neste ponto surge a questão quanto ao objetivo ou propósito de punição do pecado. E sobre isso há considerável diferença de opinião. Não devemos ver a punição do pecado como simples questão de vingança e como infligida com o desejo de ferir alguém que previamente feriu.
1. VINDICAR A RETIDÃO OU JUSTIÇA DIVINA. Diz Turretino: “Se a justiça é um atributo de Deus, então o pecado tem que receber o que lhe é devido, que é a punição”. A lei requer que o pecado seja punido por causa do seu demérito inerente, independente de quaisquer outras considerações. Aplica-se este princípio quando da administração das leis humanas e das leis divinas. A justiça exige a punição do transgressor. Deus está por trás da lei e, portanto, também se pode dizer que a punição visa à vindicação da justiça e santidade do grande legislador. A santidade de Deus reage necessariamente contra o pecado, e esta reação se manifesta na punição do pecado. Este princípio é fundamental quanto a todas as passagens da Escritura que falam de Deus como reto Juiz, que retribui a todo homem de acordo com os seus merecimentos. “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto”, Dt 32.4. “Longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça. Pois retribuirá ao homem segundo as suas obras, e faz que cada um toque segundo seu caminho”, Jó 34.10, 11. “A cada um retribuis segundo as suas obras”, Sl 62.12. “Justo és, Senhor, e retos os teus juízos”, Sl 119.137. “Eu sou o Senhor, e faço misericórdia, juízo e justiça na terra”, Jr 9.24. “Ora, se invocais como pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação”. 1 Pe 1.17.
A vindicação da justiça e santidade de Deus, e daquela justa lei que é a própria expressão do Seu se, é certamente o propósito primordial da punição do pecado. Contudo, há dois outros conceitos que erroneamente colocam alguma coisa mais no primeiro plano. A distinção entre punição e castigo disciplinar. A penalidade do pecado não parte do amor e misericórdia do legislador, mas, sim, da Sua justiça. Se a reforma se segue à imposição da punição, isto não se deve à penalidade como tal, mas é fruto de alguma operação da graça de Deus pela qual Ele transforma aquilo que em si mesmo é um mal para o pecador numa coisa benéfica. Deve-se manter a distinção entre punição e castigo disciplinar. A Bíblia nos ensina, por um lado, que Deus ama e castiga o Seu povo, Jó 5.17; Sl 6.1; 94.12; 118.18; Pv 3.11; Is 6.16; Hb 12.5-8; Ap 3.19; e por outro lado, que Ele aborrece e pune os que praticam o mal, Sl 5.5; 7.11; Na 1.2; Rm 12.5, 6; 2 Ts 1.6; Hb 10.26, 27. Além disso, a punição deve ser reconhecida como justa, isto é, como estando em harmonia com a justiça, para ser reformatória. Segundo a teoria em foco, o pecador que já se reformou não poderá mais ser punido; tampouco se poderia punir alguém que  esteja completamente fora da possibilidade de reformar-se, de modo que não poderia haver punição para Satanás; a pena de morte imposta ao pecador teria que ser abolida, e a punição eterna não teria razão de ser. O fato é que o pecador sempre é punido por seu pecado, e acidentalmente isto pode ser para benefício da sociedade.
 A punição só produz bom efeito quando é evidente que a pessoa a quem é imposta merece realmente punição.
Além disso, o homem poderia cometer um crime, agindo corretamente ao faze-lo, se tão somente estivesse disposto a sofrer a penalidade. Mas, a punição invariavelmente leva o pecador a olhar retrospectivamente e a confessar, com o coração contrito, os pecados passados, como notamos em passagens como as seguintes: Gn 42.21; Nm 21.7; 1 Sm 15.24, 25; 2 Sm 12. 13; 24.10; Ed 9.6, 10, 13; Ne 9.33-35; Jó 7.21; Sl 51.1-4; Jr 3.25. Estes exemplos poderiam ser  multiplicados. a punição do pecado é totalmente retrospectiva em seu objetivo primordial, conquanto a imposição da pena possa ter conseqüências benéficas para o indivíduo e para a sociedade.