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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Decreto de Deus - A Criação estudo escrito

A continuação de uma série de estudo sobre o Decreto de Deus e agora o início da execução do Decreto.
A CRIAÇÃO!


III. Criação em Geral:
É o começo e a base de toda a revelação divina e, conseqüentemente, é também o fundamento de toda a vida ética e religiosa; A doutrina da criação como uma revelação de relação do homem com seu Deus. Ela salienta o fato de que
Deus é a origem de todas as coisas, e de que todas as coisas Lhe pertencem e Lhe estão sujeitas. O conhecimento desta doutrina só se aufere da Escritura e se aceita pela fé (Hb 11.3). A  igreja cristã desde o começo ensinava a doutrina da criação  como um ato livre de Deus.
A Bíblia tem um grande número de claras e inequívocas afirmações que falam da criação do mundo como um fato histórico. Temos primeiramente a extensa narrativa da criação nos dois primeiros capítulos de Gênesis.
E as muitas referências espalhadas pela Bíblia se referem à criação como um fato da história. As diversas passagens em que se acham essas referências podem ser classificadas como segue: (1) Passagens que salientam a onipotência de Deus na obra da criação, Is 40.26, 28; Am 4.13. (2) Passagens que indicam Sua exaltação acima da natureza como Deus grandioso e infinito, Sl 90.2; 102.26, 27; At 17.24. (3)
Passagens que se referem a sabedoria de Deus na obra da criação, Is 40.12-14; Jr 10.12-16; Jo1.3. (4) passagens que vêem a criação do ponto de vista da soberania e do propósito de Deus na criação, Is 43.7; Rm 1.25. (5) passagens que falam da criação como a obra fundamental de Deus. Ne 9.6: “Só tu és o Senhor, tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora”. Esta passagem é típica de várias outras passagens menos extensas que se acham na Bíblia e que dão ênfase ao fato de que Jeová é o criador do universo, Is 42.5; 45.18; Cl1.16; Ap 4.11; 10.6.

A Idéia da Criação
Em Is 45.7 a criação, no sentido estrito da palavra, pode ser definida como o livre ato de Deus pelo qual Ele, segundo a Sua vontade soberana e para a Sua própria glória, produziu no princípio todo o universo, visível e invisível, sem uso de material preexistente, e assim lhe deu uma existência distinta da Sua própria e, ainda assim, dele dependente. Gn 2.4; Pv 16.4; At 17.24; Sl 90.2
Também emprega esses termos para denotar uma criação secundária, na qual Deus fez uso de material já existente, mas que não podia causar por si mesmo o resultado indicado, Gn 1.21, 27;5.1; Is 45.7,12; 54.16; Am 4.13; 1 Co 11.9; Ap 10.6. Utiliza-os até mesmo para designar algo que vem à existência sob a direção providencial de Deus, Sl 104.30: Is 45.7, 8: 65.18; 1 Tm 4.4. Dois outros termos são utilizados como sinônimos do termo “criar”, a saber, “fazer” e “formar”. O primeiro é claramente usado em todos os três sentidos indicados acima: de criação primária, Gn 2.4; Pv 16.4; At 17.24; mais freqüentemente, de criação secundária, Gn 1.7, 16, 26; 2.22; Sl 89.47; e de obras da providência, Sl 74.17. O outro é usado semelhantemente com referência à criação primária, Sl 90.2 (talvez o único exemplo deste uso); à criação secundária, Gn 2.7, 19; Sl 104.26; Am 4.13; Zc 12.1: e à obra da previdência, Dt 32.18; Is 43.1, 7, 21; 45.7.
A CRIAÇÃO É UM ATO DO TRINO DEUS. A Escritura nos ensina que o trino Deus é o Autor da criação, Gn 1.1; Is 40.12; 44.24; 45.12, e isto O distingue dos ídolos. Sl 96.5; Is 37.16; Jr 10.11, 12. Embora o pai esteja em primeiro plano na obra da criação, 1 Co 8.6, esta é também claramente reconhecida como obra do Filho e do Espírito Santo. A participação do Filho nela é indicada em Jo 1.3; 1 Co 8.6; Cl 1.15-17, e a atividade do Espírito nessa obra acha expressão em Gn 1.2; Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30; Is 40.12, 13. Todas as coisas são, de uma só vez, oriundas do Pai, por meio do Filho, e no Espírito Santo. Pode-se dizer em geral que o ser provém do Pai, o pensamento ou idéia provém do Filho, e a vida provém do Espírito Santo.

2. A CRIAÇÃO É UM ATO LIVRE DE DEUS. Um ato livre e determinado por Sua soberana vontade. É cnsiderado uma necessidade condicionada pelo decreto divino e pela resultante constituição das coisas. É uma necessidade dependente da soberana vontade de Deus, e, portanto, não é necessidade no sentido absoluto da palavra. A Bíblia nos ensina que Deus criou todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade, Ef 1.11; Ap 4.11; e que Ele é auto-suficiente e não depende de Suas criaturas, de modo nenhum, Jó 22.2, 3; At 17.25.

3. A CRIAÇÃO É UM ATO TEMPORAL DE DEUS:
O tempo é apenas uma das formas de toda a existência criada e, portanto, não poderia existir antes da criação. Por essa razão Agostinho achava mais correto dizer que o mundo foi criado cum tempore (juntamente com o tempo), que afirmar que foi criado in tempore (no tempo). A Escritura fala desse começo noutros lugares também. Mt 19.4, 8;Mc 10.6; Jo 1.1, 2; Hb 1.10. Também está claramente implícito que o mundo teve começo em passagens como Sl 90.2, “Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo,de eternidade a eternidade, tu é Deus”: e Sl 102.25, “Em tempos remotos lançaste os fundamentos da terra: e os céus são obras das tuas mãos”.
A eternidade de Deus não é um período de tempo indefinidamente prolongado, mas antes, uma coisa essencialmente diferente, que somos incapazes de conceber. Sua existência é uma existência atemporal, uma presença eterna. O remoto passado e o mais distante futuro estão ambos presentes para Ele. Ele age em todas as Suas obras, e, portanto, também na criação, como O Eterno, e não temos direito de retratar a criação como um ato de Deus na esfera temporal. Em certo sentido, pode ser chamado ato eterno, mas só no sentido em que os atos de Deus são eternos. Como atos de Deus, todos eles são obras realizadas na eternidade. Contudo, não é eterno no mesmo sentido em que a geração do Filho é eterna, pois esta constitui um ato
imanente de Deus no sentido absoluto da palavra, enquanto que a criação redunda numa existência temporal e, assim, termina no tempo.2

4. A CRIAÇÃO COMO UM ATO PELO QUAL ALGO É PRODUZIDO DO NADA.
Termos bíblicos para “criar”. Na narrativa da criação, como já foi indicado, são empregados três verbos são utilizados alternadamente na Escritura, Gn 1.26,27; 2.7. A primeira palavra é a mais importante. Seu sentido originário é partir, cortar, dividir; mas, em acréscimo, significa também formar, criar e, num sentido de derivação mais distante, produzir,gerar e regenerar. A palavra mesma não transmite a idéia de produzir do nada alguma coisa, pois é usada até com referência a obras da providência, Is 45.7; Jr 31.22; Am 4.13.
As palavras do Novo Testamento são Mc 13.19, Mt 19.4: ;Hb 1.10, Rm 9.22, Hb 3.4, e Rm 9.20.
Base Bíblica da doutrina da criação do nada. Gn 1.1 registra o início da obra da criação, e certamente não apresenta Deus produzindo o mundo com material preexistente. Foi criação do nada, criação no sentido estrito da palavra e, daí, a única parte da obra registrada em Gn 1 a que Calvino aplica o termo. Mesmo na parte restante do capítulo, porém, Deus é descrito produzindo todas as coisas pela palavra do Seu poder. A mesma verdade é ensinada em passagens como Sl 33.6, 9 e 148.5. A passagem mais forte é Hb 11.3: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”, ou, na versão utilizada pelo autor, “... de maneira que, o que se vê não foi feito das cousas que aparecem”. A criação é descrita aqui como um fato que apreendemos somente pela fé. Pela fé entendemos (percebemos, não compreendemos) que o mundo foi estruturado ou formado pela palavra de Deus, a palavra de poder de Deus, de modo que as coisas que se vêem, as coisas visíveis deste mundo, não foram feitas das coisas que aparecem, que são visíveis. De acordo com essa passagem que pode ser citada nesta conexão é Rm 4.17, que fala de Deus, “que vivifica os mortos e chama à existência as cousas que não existem como se existissem” (Moffatt “que faz viver aos mortos e chama à existência o que não existe”). Contudo a declaração de ¨trazer as coisas a existências¨ pertence à própria natureza de Deus ser Ele capaz de chamar à existência o que não existe, e Ele o faz!


Bom dia!
 Copiamos tantas datas dos Estados Unidos da América e incluímos em nossos calendários que esse dia seja mais uma data que faça parte de nossas vidas,um dia inteiro de gratidão a Deus por tudo que Ele faz por nós. E olha que um dia é pouquissímo!

 essas datas.



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Gênesis 12 - O Chamado com o sermão escrito

Deus permitiu uma abordagem diferente sobre o chamado de Abraão! Que Deus possa falar profundo no seu coração!

Genesis 12
Exordio:
Pelé
Edison Arantes do Nascimento, com "i" mesmo, o Pelé, nasceu em 23 de outubro de 1940 (apesar de constar na Certidão de Nascimento o dia 21 de outubro), na cidade de Três Corações, Minas Gerais. É filho de Celeste e Dondinho (João Ramos do Nascimento).
Começou no futebol jogando pela equipe infanto-juvenil do Bauru Atlético Clube, o Baquinho, time de futebol amador da cidade de Bauru, estado de São Paulo. Pelo Baquinho conquistou o bicampeonato da Liga Citadina em 1954 e 1955.
Em 1956, Pelé foi levado por Waldemar de Britto, antigo meia-direita da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1934, para treinar no Santos e foi aprovado. Estreou pelo clube (equipe adulta) num jogo treino contra uma equipe da cidade de Cubatão reunindo alguns jogadores profissionais e das categorias menores (um mistão), vestindo pela primeira vez a camisa do peixe. O Santos vencera por 6 a 1, com quatro gols de Pelé.

Explicação: Inicio da formação do Povo mais famoso da face da terra, Israel (Judeus) Demonstração de organização, poder da parte de Deus! Uma iniciativa total de Deus. Começa agora o povo que faria toda a diferença na face da terra, exemplo para s demais povos.

Tema: O Chamado
I-                     Vers 1: Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei;
É uma Ordem: a- Sair da terra                                                                                                        b- Separar-se da parentela
II-         Vers 1b e 2: para a terra que eu te mostrarei.2 Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção.                              
Tem finalidade: a- Uma grande nação
                              b- ter uma terra
III-    Vers 3:  Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
                      Tem benefícios: a- Bênçãos
                              b- Proteção
                              c – Ser instrumento


IV-          Vers 4: Partiu, pois Abrão, como o Senhor lhe ordenara, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
5 Abrão levou consigo a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhes acresceram em Harã; e saíram a fim de irem à terra de Canaã; e à terra de Canaã chegaram.
6 Passou Abrão pela terra até o lugar de Siquém, até o carvalho de Moré. Nesse tempo estavam os cananeus na terra.
8 Então passou dali para o monte ao oriente de Betel, e armou a sua tenda, ficando-lhe Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; também ali edificou um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor.
9 Depois continuou Abrão o seu caminho, seguindo ainda para o sul.
                Obediência imediata
V-                 Vers 7:  Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: À tua semente darei esta terra.
É Confirmado
VI-               Vers 7b e 8: Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.
Motiva adoração
VII-             Vers 10: Ora, havia fome naquela terra; Abrão, pois, desceu ao Egito, para peregrinar ali, porquanto era grande a fome na terra.
Permiti dificuldade
VIII-      Vers 11 – 16: Quando ele estava prestes a entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;
12 e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida.
13 Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti.
14 E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios que a mulher era mui formosa.
15 Até os príncipes de Faraó a viram e gabaram-na diante dele; e foi levada a mulher para a casa de Faraó.
16 E ele tratou bem a Abrão por causa dela; e este veio a ter ovelhas, bois e jumentos, servos e servas, jumentas e camelos.
Os Chamados são falhos
IX-          Vers 17- 20: 17 Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
18 Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher?
19 Por que disseste: E minha irmã? de maneira que a tomei para ser minha mulher. Agora, pois, eis aqui tua mulher; toma-a e vai-te.
20  E Faraó deu ordens aos seus guardas a respeito dele, os quais o despediram a ele, e a sua mulher, e a tudo o que tinha.

Cumprimento da promessa


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Origem do dia de todos os santos! Não é ordenança Divina


O Dia de Todos os Santos é um feriado religioso que começou a ser comemorado a partir do dia 1 de novembro de 837, em França, por decreto real.
Segundo a tradição, a festa começou devido ao facto de a igreja se poder ter esquecido, durante o ano, nas suas celebrações, do nome de algum santo e de omitir aqueles que não surgiam no calendário litúrgico, corrigindo com um feriado religioso essa falta.
Primeiramente designado dia de Nossa Senhora dos Mártires, a data foi celebrada durante mais de dois séculos no dia 13 de Maio.
No século VIII (741), Gregório III manda construir na Basílica de São Pedro, em Roma, uma capela dedicada ao Divino Salvador, a sua Santíssima Mãe, aos Apóstolos e a todos os mártires e confessores, o que contribuiu para impulsionar a Festa de Todos os Santos.
No século IX (835), a data desta festa religiosa é então fixada no dia 1 de novembro pelo papa Gregório IV, que há muito tempo pressionava Luís I, rei de França, a assinar um decreto que oficializasse a celebração.
Daí em diante o dia 1 de novembro passou a ser universal. Não encontramos apoio nas Sagradas Escrituras (A Bíblia) base para tal pratica!

Dia dos finados! Tem base bíblica??


Dia de Finados


1. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?

         O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.

2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?

         O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.

3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?

         Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.

4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?

         Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.

5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?

         Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.

6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?

         No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus:
  • que há consciência após a morte;
  • existe sofrimento e existe bem estar;
  • não existe comunicação de mortos com os vivos;
  • a situação dos mortos não permite mudança.
        Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.

7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?

         Sim.

  • os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
  • os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
  • os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
  • As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
  • os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
     

8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?

         Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.


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